O que acontece quando você entra na atlética, e cria um amor? Ou melhor percebe que esse amor já existia dentro de você? O que acontece quando ir as aulas, ficar na vivência, pertencer a um time, freqüentar todos os bares com a galera não é mais suficiente? Ou ainda quando você

chega a brigar em casa ou com a namorada ou com o cachorro/papagaio por esse amor? O que acontece quando você percebe no primeiro jogo que entra em quadra, que você faz parte daquilo que te envolve? Que aquilo que te faz sofrer e que te faz chorar, e que ao mesmo tempo te faz dançar e ser feliz é tão presente que não dá para disfarçar?
Aí amigo, não tem mais jeito, não tem mais volta, podem criticar,podem dizer que foi roubado,

podem falar a vontade, mas seu coração tem dono. Uma vez lá dentro, atléticano fanático não tem canseira que faça você parar de cantar, não tem derrota que te faça desanimar, não há nada que te faça parar. É aí que você entende por que existem colegas no sétimo ano de atlética.

Esse amor expressa-se de várias formas, uns ajudam muito, outros como podem, outros criticando, outros ainda descobrem esse amor nas amizades que a atlética constrói, amizades inseparáveis, que serão lembradas por toda vida, assim como aqueles que por um motivo qualquer decidem partir.
E por fim, mas não menos importante, esse amor não acaba. Uma vez dentro de

você, ele nunca vai te deixar. Os anos vão passar, você vai se formar e vai ser difícil o nome “Atlética” ser indiferente para você, vai ser difícil que ele não desperte um sentimento ou uma lembrança boa. E vai ser ainda mais difícil que ela te decepcione,talvez algumas pessoas, mas raras serão as vezes que você vai sentir raiva da atlética e quase impossível será que você saia de lá levando mais coisas ruins do que boas.
Mas aí não adianta dizer que atlética é pra quem tem peito, ou pra quem sabe...
Pra algumas pessoas não importa o quanto você se esforça, o quanto se dedicou, o quanto você literalmente deu o sangue... aquelas noite sem dormir???
um dia o sonho acaba.